A angustia de ter que recorrer sempre a sí mesmo e aos proprios
pensamentos para sanar, dores, decepçoes e perguntas decorrentes a vida.
Assumir a propria responsabilidade, perante atos e fatos do
cotidiano... e de nao saber se suportarei tanta verdade assim, enquanto
eu passar pela existencia, é um buraco negro na alma. Saber que nunca
serás compreendido, nem aceito... Talvez todos os angustiados (poetas,
pensadores, filosofos em geral), estejam fadados a pagar este preço, por
serem almas livres. O lado da liberdade solitaria. O alivio e o
tormento. Na conclusao de hoje... que ser livre nao é ter todo mundo com
voce. É sim, nao ter ninguem. É ter só voce. É estar só.
Guilherme S. de Almeida**
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