Se importe menos com os problemas. Sua importancia dará moral aos inimigos. Te tornará fragil e exposto.
Se importe menos com tuas carencias. A gente realmente se fortalece quando nos importamos com os outros, de uma forma a nao querer recompensa, quando está a serviço do coraçao. É uma retribiuçao natural.
No espelho da vida, dificil é fazer refletir o que a gente realmente quer pra nós.
Sempre damos passos repetidos e seguimos influencias alheias que nos deixam alheios a nós mesmos.
Perceba a fluencia. Quebre o ciclo.
Agir por si só e assumir as responsabilidades, é assustador, solitario, mas de um aprendizado unico, legitimo e universal!
Moramos num universo onde cada um tem que descobrir seu proprio universo. Somos semelhantes e nao iguais, a nao ser na forma de liberdade para sermos quem quisermos.
Guilherme S. de Almeida**
O espaço denominado "A Perda do Halo", tem como referência o poema de Charles Baudelaire, que viemos a conhecer parcialmente no livro: "Tudo Que É Sólido Se Desmancha No Ar. De autoria de Marshall Berman. Nossa proposta porem é diferenciada. Entendemos como a "perda do halo" a autonomia do homem em relação a ele próprio. Se a vida não agrada você pode resolver isso! As decisões, ações e conseqüências são suas. O espaço para compartilhar pequenos textos e poesias desregradas
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
À Beira Mar Quero Estar
Cheguei!
E pra ela e por ela, o coraçao acelera.
Seu cheiro penetrante me invade as narinas.
É brisa boa, coisa esperta que nos deixa à toa.
Sinto o balanço, molho os pés.
O vento me cobre o rosto com finas areias brancas e o mormaço açoita quente pelas costas.
Cheguei!
De onde deveria ter nascido.
Aonde fui um dia, e nao deveria ter voltado.
Ali é meu lugar. Ali com a liberdade, estagnado.
Sons de violao. Um cantar simples e coletivo. A paz que se busca pela vida num só momento.
Longas pernadas e sendas sem fim. Atalhos, morros e trilhas, e belas paisagens.
Ahh! As paisagens!
Céu e mar se confundem na abobada da imensidao que parece ser infinita.
Azuis brincam com seus tons.
Ao entardecer, vermelhado fica o paraíso.
Parace que tudo acabou, mas só começou, e me tirou outra vez, do fundo de meus pensamentos e coraçao, a emoçao e, mais uma vez, um sorriso.
Guilherme S. de Almeida**
E pra ela e por ela, o coraçao acelera.
Seu cheiro penetrante me invade as narinas.
É brisa boa, coisa esperta que nos deixa à toa.
Sinto o balanço, molho os pés.
O vento me cobre o rosto com finas areias brancas e o mormaço açoita quente pelas costas.
Cheguei!
De onde deveria ter nascido.
Aonde fui um dia, e nao deveria ter voltado.
Ali é meu lugar. Ali com a liberdade, estagnado.
Sons de violao. Um cantar simples e coletivo. A paz que se busca pela vida num só momento.
Longas pernadas e sendas sem fim. Atalhos, morros e trilhas, e belas paisagens.
Ahh! As paisagens!
Céu e mar se confundem na abobada da imensidao que parece ser infinita.
Azuis brincam com seus tons.
Ao entardecer, vermelhado fica o paraíso.
Parace que tudo acabou, mas só começou, e me tirou outra vez, do fundo de meus pensamentos e coraçao, a emoçao e, mais uma vez, um sorriso.
Guilherme S. de Almeida**
Mesmice da Tristeza, Rara Felicidade
Talvez eu nao queira mais fantasiar poesias,
belas palavras colocadas em estratégicos pontos de um contexto abstrato,
de sentidos figurados e as vezes obsoletos.
Talvez tenha me cansado das ilusoes causadas pelas minhas coisas ideais que, como o proprio nome já diz, sao só idéias.
Talvez a melancolia quer dar um tempo, ou o tempo fez com que as poesias virassem meras palavras.
Os cuidados das madrugadas. Paisagens em preto e branco. Talvez de nada adiantam.
Talvez seja assim mesmo. No final é só lamentos. Numa vida certa de desilusoes, a unica certeza que temos é que uma hora ou outra teremos um momento breve de felicidade. Fantasia boba da mente que se distrai.
A euforia da vida num breve momento, na constante melancolia, a felicidade reina em etapas, enquanto a mesmice da tristeza impera sobre todos os organismos.
Guilherme S. de Almeida**
Talvez tenha me cansado das ilusoes causadas pelas minhas coisas ideais que, como o proprio nome já diz, sao só idéias.
Talvez a melancolia quer dar um tempo, ou o tempo fez com que as poesias virassem meras palavras.
Os cuidados das madrugadas. Paisagens em preto e branco. Talvez de nada adiantam.
Talvez seja assim mesmo. No final é só lamentos. Numa vida certa de desilusoes, a unica certeza que temos é que uma hora ou outra teremos um momento breve de felicidade. Fantasia boba da mente que se distrai.
A euforia da vida num breve momento, na constante melancolia, a felicidade reina em etapas, enquanto a mesmice da tristeza impera sobre todos os organismos.
Guilherme S. de Almeida**
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