Sinto a juventude.
Aquela que revigora a cada instante.
Juventude da velha infância.
De corações puros e mentes flamejantes.
Sinto mais que tudo,
A experiência adquirida.
Sinto a vida passando
Sinto a saudade, sinto a morte, sinto cauterizar as feridas.
Sinto a juventude.
Plena. Soberba. Austera. Cheias de certezas incertas.
Juventude que na casca não dura pra sempre,
Mas na mente prospera.
Há de prosperar.
Juventude sincera.
Alheia ao tempo, alheia ao céu e a terra.
Sejamos jovens para sempre,
Pois o tempo não espera.
Guilherme S. de Almeida**