terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

PRECONCEITO TALVEZ, INTOLERANCIA NUNCA.

Indiferente ao que dizem a grande maioria das pessoas, sobre o que diz respeito o preconceito, como sendo uma coisa maléfica e abominável. Como sendo uma coisa que não se deveria existir.
Claro que em demasia, tudo que existe, pode ser sim prejudicial á convivência da humanidade, mas, mais importante do que o ponto de vista de um pré-julgamento, é o da intolerância.
Com tudo, o preconceito se analisarmos um pouco mais profundamente e sem usar a mascara da hipocrisia, vemos que este tipo de atitude, em todo ser humano, é existente, de forma latente ou não.
È uma defesa necessária, para se poder evitar às vezes, alguns tipos de situações de risco, ou que não condizem com seu pensamento/histórico, que cabe a sua criação, antes que as mesmas aconteçam. Isso colocando no sentido positivo no que é relativo ao preconceito.
Não estamos falando aqui do extremismo do pré-julgamento, mas, de uma coisa que jamais será apagada da mente do homem. Pelo menos um leve preconceito.
Temos sim, nos dias de hoje, é tomar muito cuidado com outro aspecto da personalidade humana, muito mais perigoso que o pré-julgar. A intolerância.
Esta sim, por sua vez, cabe aos mais bárbaros eventos já acontecidos no mundo a fora.
Por meio da intolerância, que se desenvolvem as farpas, que agridem o bom relacionamento entre os povos, entre as sociedades, entre familiares.
O preconceito sempre existirá, em todo julgamento humano, quer queiram quer não. O que vai restar aos homens é se controlar para que isso não acabe se tornando um extremismo intolerante ao ponto de causar prejuízo ao próximo.
Enquanto existir a intolerância, digo isso em todos os aspectos, não haverá paz, pois os radicais, sempre estão cegos, sem poder de julgamento.
Então, sejamos mais tolerantes, até com nós mesmos. Assim seremos mais aptos a analisar fundamentalmente tudo e todos, e só assim, com o conhecimento, o preconceito é reduzido a níveis aceitáveis.


Guilherme S. de Almeida**


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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

ATRAÇAO HUMANA AO IMPOSSIVEL

Incrivelmente acompanhado essa percepção de vida que quase todos ignoram e a chamam de teimosia, instiga luxúria, obsessão. Dependendo de que área que se aplica o termo.
E inevitavelmente, parece estar nos instintos mais primitivos do ser humano.
Essa atração ao impossível, de querer vencer obstáculos dados difíceis de almejar. Em ultrapassar limites, barreiras vitais, físicas e psicológicas, que impera em todo âmago, toda centelha ou faísca de desejo.
Parece me ser obvio que, todos têm esse desejo, mas, a alguns falta o encorajamento, e também, a alguns, que parecem terem sidos desencorajados, impera um comodismo que o deixa inato.
Mas de verdade, tem sido de grande importância à humanidade, desde os tempos mais remotos, esse desejo de atravessar sempre a próxima fronteira intelectual, cuja qual sem ela não haveria evolução.
Apesar de ainda sermos escravos de nos mesmos, e ainda termos uma grande caminhada evolutiva de expansão mental, esse detalhe de encorajamento tem nos dado uma carga de crescimento perante a forma de encararmos e lidarmos com a natureza e até com dados figurativos da metafísica.
Se não fosse tal atração humana, seriamos, creio eu, como pedras; inatas, paradas, esperando alguém que nos mova.
Esse instinto talvez, foi e é, um dos mais importantes dos dados existentes, pois sem ele estaríamos dando voltas em torno de nos mesmos.
O esportista, um grande exemplo de força de vontade e superação, a grande importância que se da ao esporte hoje em dia, e desde a Grécia antiga, onde se travavam chamados “esportes”, no local onde se davam batalhas ferozes, e que o esporte atual veio a substituí-la, e até as guerras de certo modo.
Tudo isso interligado a um mesmo instinto de superação humana. Parece até se fazer necessário, guerras, esportes, batalhas, desafios, para que se evolua.
Até nos devaneios da paixão, já quando cabe a patologia do intelecto, sempre a queremos impossível, aquela que parece nos desprezar, as curiosas, as cheias de desafios e rumores de que não se pode dar certo.
As paixões ditas fáceis se apagam tão rápido quanto fogo de palha.
Da-se a impressão de que a mente evoluiu, para dar uma proteção ao individuo dizendo que enquanto mais sólida a base e as certezas ou incertezas do acaso, mais duradouro será o amor, a recompensa, a evolução. Por isso que por instinto procuram o impossível, o que despreza,
que o lança o desafio.
Na verdade o ser humano esta na busca de grandes verdades que talvez só sejam encontradas com grandes desafios, ou apenas podem ser nossos instintos ainda não tão bem conhecidos nos pregando peças e nos trazendo o martírio.
Mas de uma coisa da pra se ter certeza: estamos evoluindo, ainda bem.

**Guilherme S de Almeida**


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