Talvez nao haja mesmo, o mesmo interesse, as mesmas vontades, os mesmos gostos. Talvez é, o que um dia já foi.
Simples assim.
Percebemos as mudanças, mas nao fazemos por merecer os ensinamentos. Fazemos questao de ignorar o obvio.
Mudanças acontecem.
Nao há volta, nem revolta que de jeito.
Nao há como parar o tempo, as pessoas, os ventos de eventos e, até mutaçoes da materia em si.
Nao há tempo para todo esse tempo que há no mundo.
Lamentos, rancor, ciumes, desamor... pra mim, sao sintomas do egoismo
humano, em querer ser dono das verdades, das pessoas e das propriedades.
Hoje aprendi que, mudanças existem para simples evoluçao.
Sofre quem nao aceita, sofre quem está remoendo, sofre o caçador de fantasmas do passado.
Hoje aprendi nobres companheiros, que mudanças sao importantes, sao
saudaveis, sao cruciais para a existencia e, ainda bem que elas
acontecem, dependendo de todos, e sem depender de ninguem.
A perda do halo
O espaço denominado "A Perda do Halo", tem como referência o poema de Charles Baudelaire, que viemos a conhecer parcialmente no livro: "Tudo Que É Sólido Se Desmancha No Ar. De autoria de Marshall Berman. Nossa proposta porem é diferenciada. Entendemos como a "perda do halo" a autonomia do homem em relação a ele próprio. Se a vida não agrada você pode resolver isso! As decisões, ações e conseqüências são suas. O espaço para compartilhar pequenos textos e poesias desregradas
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Eu Gosto Assim
Eu
gosto de pessoas de alma leve, olhar profundo e sorriso facil! Adoro o
fato de nao ter dificuldades em demosntrar afeto por elas. Gosto de
pessoas simples e com o coraçao nos olhos. Aquelas que demonstram seu
real incomodo, pedindo conforto pra si. Gosto das pessoas puras, que a
felicidade transborda até no profundo abismo das questoes do dia dia.
Gosto das coisas passageiras, e das coisas que duram
para sempre. Gosto dessa transitoriedade humana. Das pessoas humanas.
Gosto de ser amado pela simplicidade, pelo respeito, pelo carinho e pela
humildade.
Gosto sim, em outras palavras, das pessoa sinceras e que, custe o que custar, dizem a verdade. Gosto de pessoas que me tocam com sutileza. Das idéias que marcam, da fala mansa, do pensamento forte.
Talvez eu exija demais de muito pouco, ou talvez só esteja querendo, o que no minimo seria essencial para uma boa convivencia.
Guilherme S. de Almeida*
Gosto sim, em outras palavras, das pessoa sinceras e que, custe o que custar, dizem a verdade. Gosto de pessoas que me tocam com sutileza. Das idéias que marcam, da fala mansa, do pensamento forte.
Talvez eu exija demais de muito pouco, ou talvez só esteja querendo, o que no minimo seria essencial para uma boa convivencia.
Guilherme S. de Almeida*
A Hora
A hora chega. Nao deixarei marcas visiveis aos olhos.
A hora chega. A verdade e a realidade sao como o sol no amanhacer. Nao falharam um dia sequer. Nunca deixaram de nascer.
A hora chega. O coraçao se enche de saudades e os olhos de lagrimas.
A hora chega. Aquela hora que nao queriamos que chegasse e, invevitavel abondono por ti, de si mesmo.
A hora chega. As lembranças machucam, e o que era bom, transforma-se nos piores sentimentos. Ressentimentos.
A hora chega. Como gostaria de parar no tempo.
A hora chega. Como gostaria que o tempo voltasse, que ele voasse.
A hora chega. Todas as palavras a serem ditas, interiorizadas num engolir seco e num nó na garganta.
A hora chega. Nunca estaremos preparados.
A hora chega. A hora de viver. A hora de morrer. A hora de amar. A hora do saber. A chegada, a partida. O começo de um dia, o fim da vida.
Para que essa hora nao chegasse, daria todas as minhas horas vividas, e viveria no começo de cada hora, todo dia.
Eu só peço agora, de ultima hora... Nao se vá, antes de marcar a hora da despedida.
Guilherme S. de Almeida*
A hora chega. A verdade e a realidade sao como o sol no amanhacer. Nao falharam um dia sequer. Nunca deixaram de nascer.
A hora chega. O coraçao se enche de saudades e os olhos de lagrimas.
A hora chega. Aquela hora que nao queriamos que chegasse e, invevitavel abondono por ti, de si mesmo.
A hora chega. As lembranças machucam, e o que era bom, transforma-se nos piores sentimentos. Ressentimentos.
A hora chega. Como gostaria de parar no tempo.
A hora chega. Como gostaria que o tempo voltasse, que ele voasse.
A hora chega. Todas as palavras a serem ditas, interiorizadas num engolir seco e num nó na garganta.
A hora chega. Nunca estaremos preparados.
A hora chega. A hora de viver. A hora de morrer. A hora de amar. A hora do saber. A chegada, a partida. O começo de um dia, o fim da vida.
Para que essa hora nao chegasse, daria todas as minhas horas vividas, e viveria no começo de cada hora, todo dia.
Eu só peço agora, de ultima hora... Nao se vá, antes de marcar a hora da despedida.
Guilherme S. de Almeida*
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Começo e Fim
E no final, um novo começo.
Nas linhas das vielas, da falta de equilibrio, de pé, depois de um tropeço.
Passam-se as horas, os minutos e os segundos.
Passa-se a vida querendo contar o tempo do mundo.
Ando nas vielas, e lá, me sinto seguro. Cercado por muros.
No equilibrio criado por mim para nao sofrer abusos.
Mas nao há como fugir do tropeço mental.
Onde tudo que é ruim acaba bem e, tudo que é bom acaba mal.
Sem começo. Sem final.
Volta-se a ser unicelular. Com o espirito puro.
Para acabar cheio de vicios, batidas, bebidas, e barulhos.
Barulhos do silencio, quando lamento por arrependimentos.
Sentimento triste que nao merece festejo.
Sento buscando o lugar ao Sol, para descansado da vida, olhar a Lua.
Lua crua.
Parece limpida, mas está cheia de lembranças dos velhos começos de vida, que acabam em sua luz.
Nas linhas das vielas, da falta de equilibrio, de pé, depois de um tropeço.
Passam-se as horas, os minutos e os segundos.
Passa-se a vida querendo contar o tempo do mundo.
Ando nas vielas, e lá, me sinto seguro. Cercado por muros.
No equilibrio criado por mim para nao sofrer abusos.
Mas nao há como fugir do tropeço mental.
Onde tudo que é ruim acaba bem e, tudo que é bom acaba mal.
Sem começo. Sem final.
Volta-se a ser unicelular. Com o espirito puro.
Para acabar cheio de vicios, batidas, bebidas, e barulhos.
Barulhos do silencio, quando lamento por arrependimentos.
Sentimento triste que nao merece festejo.
Sento buscando o lugar ao Sol, para descansado da vida, olhar a Lua.
Lua crua.
Parece limpida, mas está cheia de lembranças dos velhos começos de vida, que acabam em sua luz.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Liberte-se
Se importe menos com os problemas. Sua importancia dará moral aos inimigos. Te tornará fragil e exposto.
Se importe menos com tuas carencias. A gente realmente se fortalece quando nos importamos com os outros, de uma forma a nao querer recompensa, quando está a serviço do coraçao. É uma retribiuçao natural.
No espelho da vida, dificil é fazer refletir o que a gente realmente quer pra nós.
Sempre damos passos repetidos e seguimos influencias alheias que nos deixam alheios a nós mesmos.
Perceba a fluencia. Quebre o ciclo.
Agir por si só e assumir as responsabilidades, é assustador, solitario, mas de um aprendizado unico, legitimo e universal!
Moramos num universo onde cada um tem que descobrir seu proprio universo. Somos semelhantes e nao iguais, a nao ser na forma de liberdade para sermos quem quisermos.
Guilherme S. de Almeida**
Se importe menos com tuas carencias. A gente realmente se fortalece quando nos importamos com os outros, de uma forma a nao querer recompensa, quando está a serviço do coraçao. É uma retribiuçao natural.
No espelho da vida, dificil é fazer refletir o que a gente realmente quer pra nós.
Sempre damos passos repetidos e seguimos influencias alheias que nos deixam alheios a nós mesmos.
Perceba a fluencia. Quebre o ciclo.
Agir por si só e assumir as responsabilidades, é assustador, solitario, mas de um aprendizado unico, legitimo e universal!
Moramos num universo onde cada um tem que descobrir seu proprio universo. Somos semelhantes e nao iguais, a nao ser na forma de liberdade para sermos quem quisermos.
Guilherme S. de Almeida**
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
À Beira Mar Quero Estar
Cheguei!
E pra ela e por ela, o coraçao acelera.
Seu cheiro penetrante me invade as narinas.
É brisa boa, coisa esperta que nos deixa à toa.
Sinto o balanço, molho os pés.
O vento me cobre o rosto com finas areias brancas e o mormaço açoita quente pelas costas.
Cheguei!
De onde deveria ter nascido.
Aonde fui um dia, e nao deveria ter voltado.
Ali é meu lugar. Ali com a liberdade, estagnado.
Sons de violao. Um cantar simples e coletivo. A paz que se busca pela vida num só momento.
Longas pernadas e sendas sem fim. Atalhos, morros e trilhas, e belas paisagens.
Ahh! As paisagens!
Céu e mar se confundem na abobada da imensidao que parece ser infinita.
Azuis brincam com seus tons.
Ao entardecer, vermelhado fica o paraíso.
Parace que tudo acabou, mas só começou, e me tirou outra vez, do fundo de meus pensamentos e coraçao, a emoçao e, mais uma vez, um sorriso.
Guilherme S. de Almeida**
E pra ela e por ela, o coraçao acelera.
Seu cheiro penetrante me invade as narinas.
É brisa boa, coisa esperta que nos deixa à toa.
Sinto o balanço, molho os pés.
O vento me cobre o rosto com finas areias brancas e o mormaço açoita quente pelas costas.
Cheguei!
De onde deveria ter nascido.
Aonde fui um dia, e nao deveria ter voltado.
Ali é meu lugar. Ali com a liberdade, estagnado.
Sons de violao. Um cantar simples e coletivo. A paz que se busca pela vida num só momento.
Longas pernadas e sendas sem fim. Atalhos, morros e trilhas, e belas paisagens.
Ahh! As paisagens!
Céu e mar se confundem na abobada da imensidao que parece ser infinita.
Azuis brincam com seus tons.
Ao entardecer, vermelhado fica o paraíso.
Parace que tudo acabou, mas só começou, e me tirou outra vez, do fundo de meus pensamentos e coraçao, a emoçao e, mais uma vez, um sorriso.
Guilherme S. de Almeida**
Mesmice da Tristeza, Rara Felicidade
Talvez eu nao queira mais fantasiar poesias,
belas palavras colocadas em estratégicos pontos de um contexto abstrato,
de sentidos figurados e as vezes obsoletos.
Talvez tenha me cansado das ilusoes causadas pelas minhas coisas ideais que, como o proprio nome já diz, sao só idéias.
Talvez a melancolia quer dar um tempo, ou o tempo fez com que as poesias virassem meras palavras.
Os cuidados das madrugadas. Paisagens em preto e branco. Talvez de nada adiantam.
Talvez seja assim mesmo. No final é só lamentos. Numa vida certa de desilusoes, a unica certeza que temos é que uma hora ou outra teremos um momento breve de felicidade. Fantasia boba da mente que se distrai.
A euforia da vida num breve momento, na constante melancolia, a felicidade reina em etapas, enquanto a mesmice da tristeza impera sobre todos os organismos.
Guilherme S. de Almeida**
Talvez tenha me cansado das ilusoes causadas pelas minhas coisas ideais que, como o proprio nome já diz, sao só idéias.
Talvez a melancolia quer dar um tempo, ou o tempo fez com que as poesias virassem meras palavras.
Os cuidados das madrugadas. Paisagens em preto e branco. Talvez de nada adiantam.
Talvez seja assim mesmo. No final é só lamentos. Numa vida certa de desilusoes, a unica certeza que temos é que uma hora ou outra teremos um momento breve de felicidade. Fantasia boba da mente que se distrai.
A euforia da vida num breve momento, na constante melancolia, a felicidade reina em etapas, enquanto a mesmice da tristeza impera sobre todos os organismos.
Guilherme S. de Almeida**
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