Num momento parecemos estar perdidos e confusos, ou até achamos estar num momento digamos de nostalgia para com a felicidade. Até que aparece alguém que te tira daquela vida que parecia estar estagnada ou tranqüila. Ou em confusão e distúrbios.
Pode ser destino? Não sei!
Pode ser sorte? Pode ser o acaso? Também não sei!
Alguns até acreditam no poder divino... vai saber!
Não sei explicar, mas com toda certeza afirmo que causou uma conseqüência. Talvez por isso haja um pouco de desconfiança, sentimentos fingidos, não que não sejam verdadeiros. Ainda é cedo pra descobrir.
Talvez a recíproca não seja a esperada entre as partes.
Creio até numa indiferença forçada, para não se entregar, com o medo de se enganar mais uma vez.
Como a vida da gente é engraçada...
Na verdade eu prefiro antes de lamentar e chorar, RIR. Conviver com a vida ao invés de sobreviver nela, dando um pouco de sentido a mesma.
Meus compromissos sempre superficiais me fizeram ser desconfiado dos outros, confiante a mim mesmo, e autista em relação às injurias amorosas.
Talvez uma barreira, metaforicamente falando, mas que está se quebrando, pois, temos que evoluir de alguma forma. Não se evolui com nenhum tipo de preconceito.
Com isso concluo: obrigue-se sem ter obrigação, satisfaça sem ter que dar satisfação, desvende o mistério sem ter que comemorar a gloria da descoberta, jogue sem saber jogar. Parece contraditório e confuso, mas essa é a dinâmica dos relacionamentos; contraditório, confuso, insano, inexplicavelmente bom e alegre de viver.
O que nunca mesmo pode haver é a obrigação de sentir ou fazer algo. Isso não traz paz a ninguém, machuca a alma e a auto-estima pessoal. Jamais deixe alguém obrigar você a sentir alguma coisa, seja a "coisa", amor, felicidade, tristeza, angustia, solidão e até excesso de bajulação.
Para viver é preciso sentir. Para sentir, é preciso viver.
Os eventos que ocorrem na nossa vida, sejam eles por acaso, ou decorrentes de algo que a gente o fez para que tais acontecimentos ocorressem, sempre vem, e depende de nossas vontades e vontades de escolhas dos que nos cercam.
Temos que ter a noção de que, influenciamos e somos influenciados querendo ou sem querer. Com certeza nem tudo sai como nós planejamos. A perfeição absoluta das coisas, infelizmente, não existe no nosso universo. Tudo depende de cada um, e de como cada um aceita tais fatos que os envolvem.
As pessoas entrarem e saírem das nossas vidas, também depende muito de nossas influencias sobre elas, e depende também das influencias externas que as bombardeiam. Não temos o direito de prender ninguém a nós, muito menos de nos prender a alguém, sem que o mesmo queira, ou a gente mesmo queira.
Certamente todo mundo tem sua historia, e vivencias. Nós somos iguais, no quesito raça, porém diferentes em construções de pensamentos.
Nesse caso, ninguém é insubstituível e nem substituível, cada pessoa, como individuo, é única.
Pra viver é preciso sentir, e pra sentir é preciso viver.
A soma de nossas experiências vitais nos dá a firmeza para que sigamos em frente. É como fazer calos nas mãos para que não se sofra tanto com o trabalho pesado, mas trabalho pesado demais pode acabar causando feridas.
Então é, buscar o equilíbrio, respeitar cada individuo como sendo único, mas, não esquecendo que somos iguais sim, pelo menos no direito de liberdade pra sermos quem quisermos.
Guilherme S. de Almeida**