Tenho andado só nos ultimos dias. Mesmo com toda essa multidao grata e que me consola das mazelas da vida. Procurando caminhos e novas setas pra vida. Rumores de novos rumos. Novas alvoradas de sol apagado que as vezes me desesperam. Surpreendente realizaçoes que eu nem desejei, e outras que fiz força, me humilhei, mas as realizaçoes nao quiseram que eu fosse alguem. Só mais um. Mais um entre todos, suportando só, ouvindo soluçoes alheias, sendo que o antídoto está comigo, guardado em mim. Talvez nao consiga usa-lo e nao sei nem se quero. Talvez queira aprender um pouco mais, o que de verdade ensina. A tempos nao durmo, mas consegui acordar para as verdades que habitam meu ser. Esse ser que sabe qual é a busca, mas, incapaz de querer ser, mais uma vez, uma alma livre.
Contudo, sinto o desprendimento, os fantasmas indo embora, e eu correndo contra o vento, e daí, nao sentir mais o descontente contentamento.
Guilherme S. de Almeida**
O espaço denominado "A Perda do Halo", tem como referência o poema de Charles Baudelaire, que viemos a conhecer parcialmente no livro: "Tudo Que É Sólido Se Desmancha No Ar. De autoria de Marshall Berman. Nossa proposta porem é diferenciada. Entendemos como a "perda do halo" a autonomia do homem em relação a ele próprio. Se a vida não agrada você pode resolver isso! As decisões, ações e conseqüências são suas. O espaço para compartilhar pequenos textos e poesias desregradas
terça-feira, 24 de julho de 2012
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Brisa Dos Desejos
O sopro leve de brisa vital... O cheiro que nao se vai das coisas lindas que estao por vir... O barulho das aguas de riachos tristes de vida finita... A esperança infinita de uma breve vida, na alma onde se esconde segredos que até a alma duvida...Lampejos de saudade que servem de aviso....Avisos do passado, presentes para o futuro...
E o importante. Passou!
Pelas brisas, pelos ventos fortes, pelos vales e montes que me cercam, que me encantam, que me enchem de vida. O bosque das minhas glorias falhadas, mas, totalmente minhas.
Minhas historias, minha vida, minha memoria reprimida.. Se as interromperam algumas vezes ou se já as interrompi, foi por que tornou-se gasta e para o melhor da vida, crescer. Cresci!
Evoluir a cada segundo significa dar asas ao mundo. Ao mundo proprio, ao mundo dos outros, ao mundo do mundo.
Aí a brisa volta solitaria e confortante. Aquela de antes, que, devia ter permanecido, e levado ao extremo o que ficou escondido.
De caminhos de desejos indeferidos, por medo dos que foram banidos, por se deixar ser o maior dos pecados, é nao desejar ter feito, o que de efeito, causou medo e deixou de ser vivido.
Guilherme S. de Almeida**
E o importante. Passou!
Pelas brisas, pelos ventos fortes, pelos vales e montes que me cercam, que me encantam, que me enchem de vida. O bosque das minhas glorias falhadas, mas, totalmente minhas.
Minhas historias, minha vida, minha memoria reprimida.. Se as interromperam algumas vezes ou se já as interrompi, foi por que tornou-se gasta e para o melhor da vida, crescer. Cresci!
Evoluir a cada segundo significa dar asas ao mundo. Ao mundo proprio, ao mundo dos outros, ao mundo do mundo.
Aí a brisa volta solitaria e confortante. Aquela de antes, que, devia ter permanecido, e levado ao extremo o que ficou escondido.
De caminhos de desejos indeferidos, por medo dos que foram banidos, por se deixar ser o maior dos pecados, é nao desejar ter feito, o que de efeito, causou medo e deixou de ser vivido.
Guilherme S. de Almeida**
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Medo Sincero
Levanta-se diante dos olhos, coisas fascinantes e descobertas cheias de
alienaçoes e brilhos falsos. A cólera do ego por ser massacrado pela
injuria do proprio ser. Imperdoaveis noites gélidas de arrependimentos
por coisa alguma. Triste felicidade por saber se aceitar, mas, nao
querer aceitar o proprio ser. Envenenamento por ideias no ar. Por
florestas umidas e escuras por onde passo. Andar por dentro de si, e
achar-se ali, é demasiado assustador. Revelaçoes que me consomem a vida.
A vida que eu sempre quis descobrir, a vida da verdade que da medo de
abrir.
Guilherme S. de Almeida**
Guilherme S. de Almeida**
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Constancia Necessaria
A constancia da vida é que nos faz crescer. O passado nao nos pertence mais. Se tens a ilusao de recorrer a fatos passados, que nao haja a inocencia de querer mesmas falas, mesmos gestos, mesmos cheiros. Talvez haja fraqueza, mas sempre, tem de haver a sabedoria para a dosagem e percepçao de que a transformaçao de idéias e ideais, sao necessarias e irão acontecer. A decepçao e a rejeiçao. O começo e o fim. Nao existem culpas, existem interesses e, interesses mudam a todo tempo. Por isso tens que ter a calma necessaria nos momentos adversos, pois eles nunca vão parar de acontecer. Só mudam de endereço, de forma, duraçao, de comparaçao e percepçao. Tudo que vê, absorçao de fatos e relatos, o qual como voce os observa, é unica e exclusivamente seus. Os julgamentos, as decisoes, o bem e o mal que irá causar e que já causou, dependem do que tens, do que és realmente - fato que só tua consciencia sabe - do que realmente procura, sem hipocrisia, sem efemeridades, sem alergia à verdade. Nunca poderemos querer pra tras, nem saber pra frente. O que temos é o que somos. Nao se iluda, pois, voce nao está no meio da sua história, voce está todos os dias no começo.
Guilherme S. de Almeida**
Guilherme S. de Almeida**
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Beija-flor
E veja o passaro que chegou.
Chegou na flor, para sugar o mel de seu interior.
Era um beija-flor.
As asas batendo tão depressa quanto seu coraçao.
Parecia ter vindo até a luz e saído da escuridao.
Doce ilusao dessa ave que se encantou com a penumbra que confunde os olhos.
A flor? Um rascunho, um borrão.
Achou que era realidade.
Era agua com açucar.
Sacía a sede, mata a vontade, mas, nao é de verdade.
Guilherme S. de Almeida**
Chegou na flor, para sugar o mel de seu interior.
Era um beija-flor.
As asas batendo tão depressa quanto seu coraçao.
Parecia ter vindo até a luz e saído da escuridao.
Doce ilusao dessa ave que se encantou com a penumbra que confunde os olhos.
A flor? Um rascunho, um borrão.
Achou que era realidade.
Era agua com açucar.
Sacía a sede, mata a vontade, mas, nao é de verdade.
Guilherme S. de Almeida**
terça-feira, 17 de julho de 2012
Se vai...
E se vai um sorriso sincero.
Se vai o frio que se tinha na espinha.
O apreço e admiraçao.
Se vai algo que pareceu, mas nao se tinha.
Se vai um monte de abraços.
Se vai a alegria.
Mas tambem se vai a agonia
Se vai a tristeza.
Se vai o sintétco e artificial.
Se vai algo que te faz mal.
Se vai as dores e as folhas secas do quintal.
Se vai as manhas, os vicios, os encantos.
Se vai o riso fácil, mas, tambem se vai os prantos.
Se vai tudo que é bom, mas tambem o que é ruim.
Para que volte os sorrisos sinceros, e isso, eu garanto.
Guilherme S. de Almeida**
Se vai o frio que se tinha na espinha.
O apreço e admiraçao.
Se vai algo que pareceu, mas nao se tinha.
Se vai um monte de abraços.
Se vai a alegria.
Mas tambem se vai a agonia
Se vai a tristeza.
Se vai o sintétco e artificial.
Se vai algo que te faz mal.
Se vai as dores e as folhas secas do quintal.
Se vai as manhas, os vicios, os encantos.
Se vai o riso fácil, mas, tambem se vai os prantos.
Se vai tudo que é bom, mas tambem o que é ruim.
Para que volte os sorrisos sinceros, e isso, eu garanto.
Guilherme S. de Almeida**
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Louca Razao De Amar
Podemos nos considerar loucos de amor
Ou até loucos por amar
Quem ama pode ser louco, já que loucos também amam.
Do amor a loucura, uma linha tênue divide paixão e razão.
Pois tem razão em estar louco se morre de amores.
Apaixonado pela loucura de amar, muito mais do que pelos
amados.
Amados ficam loucos quando amam, e sofrem por perderem a razão,
e por estarem apaixonados.
Isso não é nada de mais, nem nada de menos, sem simples
pudor,
Pois, a loucura nada mais é que a paixão que encontrou seu
acalento e virou amor.
Assim como o amor vai virar loucura e causar dor.
Guilherme S. de Almeida**
Lua
Que a Lua traga de volta, todo amor de sempre.
Que ela não seja egoísta para com seus admiradores e nos
traga um sorriso sempre, e paz no coração.
Que sempre nos inspire às coisas boas e não a lembranças vãs
de saudade pisoteada.
Que venha trazer novas idéias e presságios de um futuro admirável.
E ao nascer novas historias, te ver nascer..
E quando as historias se tornarem velhas, ver você ir
embora, tranqüila, aos nossos olhos, descendo lentamente atrás dos morros das lamentações,
sem a perspicácia de causadora de sofrimento.
Não Lua. Não quero olhar pra ti e lamentar.
Quero te ver como sempre a vi..
Linda em todas as suas fases, pois é assim que te admiro,
sem preconceitos, pois...
Assim a quis, assim a quero e é assim que sempre vou
querer...
Teu brilho nas noites de breu que me ofuscam os olhos e, tua
presença que é a certeza de que não há tormentas.
Guilherme S. de Almeida**
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Consciencias
Consciência, com seu papel importante nas nossas vidas. Com
seu poder de nos julgar sem preconceitos, pois, ela sabe exatamente a verdade,
se andamos errados ou não.
Ela sabe. É nua e crua. Cruel e impiedosa.
Se algo te aflige ou te importa até hoje, pode saber que ela
está ali te avisando; fizeste algo de ruim, concerte e continue.
Ninguém pode contra, pois, ela é um outro “eu” dentro de nós
mesmos. Nosso guia.
Podemos usá-la a favor
ou contra. Muitos agem contra, pois estão presos aos padrões sociais da
atualidade. Se não escutam a voz da consciência, não escutam a voz da verdade,
não escutam o lado bom de si mesmo e sentem culpa.
O ser humano acostuma-se com tudo, com a presença de alguém,
com a falta, com coisas boas e coisas ruins, costumeiras ao cotidiano. Esse é o
mal da pratica que deixa a infelicidade invadir a vida. Por isso não valorizam
a consciência limpa. Todos os males que causam, vão persegui-los para o resto
da vida, graças à consciência, nem que passe dezenas de anos, jamais
desaparecem.
Pessoas preferem ser julgadas por elas mesmas ao invés dos
outros, não assumem as responsabilidades
por seus atos, reinventam valores, invertem situações, mentem, ferem
sentimentos alheios, e os seus próprios, tentam persuadir a si mesmo, sua
própria consciência, para agradar aos indivíduos e situações impostas pelos
outros. Esquecem de si, esquece de sua essência, deixando assim o verdadeiro
mal invadir todo o mundo e criando más índoles.
Instala-se a verdadeira ameaça, à boa vontade, por pessoas
que não tem coragem de assumir um compromisso consigo mesma e deixa os outros
tomarem conta de seus pensamentos, até os mais íntimos.
Enquanto o fluxo da sociedade segue de um lado, a verdade,
sinceridade, e boas índoles, seguem sozinhas, no fluxo contrario, assim como os
indivíduos que, assim o são.
Guilherme S. de Almeida**
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