segunda-feira, 23 de julho de 2012

Brisa Dos Desejos

O sopro leve de brisa vital... O cheiro que nao se vai das coisas lindas que estao por vir... O barulho das aguas de riachos tristes de vida finita... A esperança infinita de uma breve vida, na alma onde se esconde segredos que até a alma duvida...Lampejos de saudade que servem de aviso....Avisos do passado, presentes para o futuro...
E o importante. Passou!
Pelas brisas, pelos ventos fortes, pelos vales e montes que me cercam, que me encantam, que me enchem de vida. O bosque das minhas glorias falhadas, mas, totalmente minhas.
Minhas historias, minha vida, minha memoria reprimida.. Se as interromperam algumas vezes ou se já as interrompi, foi por que tornou-se gasta e para o melhor da vida, crescer. Cresci!
Evoluir a cada segundo significa dar asas ao mundo. Ao mundo proprio, ao mundo dos outros, ao mundo do mundo.
Aí a brisa volta solitaria e confortante. Aquela de antes, que, devia ter permanecido, e levado ao extremo o que ficou escondido.
De caminhos de desejos indeferidos, por medo dos que foram banidos, por se deixar ser o maior dos pecados, é nao desejar ter feito, o que de efeito, causou medo e deixou de ser vivido.

Guilherme S. de Almeida**

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