E veja o passaro que chegou.
Chegou na flor, para sugar o mel de seu interior.
Era um beija-flor.
As asas batendo tão depressa quanto seu coraçao.
Parecia ter vindo até a luz e saído da escuridao.
Doce ilusao dessa ave que se encantou com a penumbra que confunde os olhos.
A flor? Um rascunho, um borrão.
Achou que era realidade.
Era agua com açucar.
Sacía a sede, mata a vontade, mas, nao é de verdade.
Guilherme S. de Almeida**
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