sexta-feira, 20 de julho de 2012

Medo Sincero

Levanta-se diante dos olhos, coisas fascinantes e descobertas cheias de alienaçoes e brilhos falsos. A cólera do ego por ser massacrado pela injuria do proprio ser. Imperdoaveis noites gélidas de arrependimentos por coisa alguma. Triste felicidade por saber se aceitar, mas, nao querer aceitar o proprio ser. Envenenamento por ideias no ar. Por florestas umidas e escuras por onde passo. Andar por dentro de si, e achar-se ali, é demasiado assustador. Revelaçoes que me consomem a vida. A vida que eu sempre quis descobrir, a vida da verdade que da medo de abrir.




Guilherme S. de Almeida**

Um comentário:

Sílvia disse...

Floresta escura fria ...
que medo! você escreve muito bem.
parece um velho menino... Deus o abençõe.