Levanta-se diante dos olhos, coisas fascinantes e descobertas cheias de
alienaçoes e brilhos falsos. A cólera do ego por ser massacrado pela
injuria do proprio ser. Imperdoaveis noites gélidas de arrependimentos
por coisa alguma. Triste felicidade por saber se aceitar, mas, nao
querer aceitar o proprio ser. Envenenamento por ideias no ar. Por
florestas umidas e escuras por onde passo. Andar por dentro de si, e
achar-se ali, é demasiado assustador. Revelaçoes que me consomem a vida.
A vida que eu sempre quis descobrir, a vida da verdade que da medo de
abrir.
Guilherme S. de Almeida**
Um comentário:
Floresta escura fria ...
que medo! você escreve muito bem.
parece um velho menino... Deus o abençõe.
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