segunda-feira, 17 de novembro de 2008

FIM DOS TEMPOS

O tempo passou, um segundo, parecia nao mais existir eloquencia.
A dinamica da vida inata impera sobre o organismo.
O que se conhece muda de forma, passa de um pra outro, e se torna nada.
Tudo tao cheio de vazio, que oferece a vida ingrata.
O novo velho...
O velho some!
Some o novo porque está velho,
Some o velho, quando novo.
Está aí aos olhos,
Do nariz, um palmo...
Se nao aproveitas, passa...
Chega ao fim,
Perde-se tudo quando nao havia nada.
Quando velho, se da conta...
Quando novo, se apressa...
Tudo acabou, só restou o que interessa.

*Guilherme S. de Almeida

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